Com uma população feminina mais
educada e saudável que a masculina, o Brasil poderia rapidamente
reequilibrar a relação de desigualdade entre homens e mulheres se
adotasse "políticas concretas".
Em particular, o país poderia
reforçar "uma rede de apoio social que as liberte (as mulheres) para o
trabalho", disse uma especialista.A constatação é do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), que divulgou nesta quarta-feira (26) seu amplo relatório anual examinando as diferenças de oportunidades para homens e mulheres em 144 países.
Segundo o estudo, no ritmo atual seriam necessários 95 anos para que mulheres e homens atingissem situação de plena igualdade no Brasil.
O país ficou na 79ª posição no ranking global de 2016 da igualdade de gêneros. Em 2015, havia ficado na 85ª posição. Mas a pontuação do país subiu apenas marginalmente: 0.687, sendo 1 o desempenho ideal.
As brasileiras têm um desempenho melhor que os brasileiros nos indicadores de saúde e educação, mas ainda enfrentam acentuada discrepância em representatividade política e paridade econômica, destaca o relatório.
Nenhum comentário:
Postar um comentário